Final De Tarde
(Barcelo Braga/Clóvis Fortes “Coquinha”)
Amanhecer, cevo meu mate
Palheiro aceso, vou encilhar
Eu vou pra lida, pra uma tropeada
Na invernada a camperear
Laço nos tentos, pra alguma rês
Que da boiada se desgarrar
Trago na mala um charque gordo
Pra preparar ao pé do fogo
Final de tarde na campanha tem ritual
A peonada se reúne no galpão
Se ceva o mate, comentam lidas
E, em seguida, chega à roda um violão
Contando causos, relembro os tempos
Nos traz saudades guardadas no peito
Cuia e cambona, canha na guampa
Farrapa estampa do meu lugar
De contraponto, um acordeon
Que faz costado à cantoria
Noites campeiras de pura essência
Retrato vivo a contemplar
Amanhecer, cevo meu mate
Palheiro aceso, vou encilhar
Eu vou pra lida, pra uma tropeada
Na invernada a camperear
Laço nos tentos, pra alguma rês
Que da boiada se desgarrar
Trago na mala um charque gordo
Pra preparar ao pé do fogo
Final de tarde na campanha tem ritual
A peonada se reúne no galpão
Se ceva o mate, comentam lidas
E, em seguida, chega à roda um violão
Contando causos, relembro os tempos
Nos traz saudades guardadas no peito
Cuia e cambona, canha na guampa
Farrapa estampa do meu lugar
De contraponto, um acordeon
Que faz costado à cantoria
Noites campeiras de pura essência
Retrato vivo a contemplar
Pela tradição gaúcha
MAZAAA
ResponderExcluirA gente se sente lá no campo, chega sentir o aroma da fumaça do palheiro... Oiga le coisa bem boa!
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